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Perguntas frequentes

Tudo o que a gente se pergunta antes de partir para um Working Holiday, durante a estadia e na hora de voltar. Respostas diretas, sem juridiquês — como um amigo que já fez isso, adaptadas para quem viaja com passaporte brasileiro.

Antes de partir

Qual a idade máxima para fazer um Working Holiday?

Para o passaporte brasileiro, pelos dados do app a faixa é de 18 a 30 anos — é a regra da Austrália, o destino de Working Holiday aberto para brasileiros hoje. A idade em geral conta no momento do pedido, não na data do embarque: aplicar aos 30 pode significar embarcar depois do aniversário seguinte, dependendo das regras. No PVTKit, cada destino mostra o limite exato conforme o seu passaporte.

Quais destinos de Working Holiday estão abertos para brasileiros em 2026?

Pelos nossos dados, um destino está aberto para o passaporte brasileiro: a Austrália, com o visto Work and Holiday (subclasse 462) — idade de 18 a 30 anos, cota de 500 vagas por ano, taxa de 840 AUD, prova de fundos de 5.000 AUD e inglês funcional entre as condições. Acordos entre países mudam e novos podem surgir, então vale conferir o status de tempos em tempos. O PVTKit cobre 42 destinos e mostra na hora quais estão abertos para o seu passaporte, tudo offline.

Quanto custa um visto de Working Holiday em 2026?

Para o passaporte brasileiro, pelos nossos dados a taxa do visto australiano é de 840 AUD. Mas o visto é só uma parte do orçamento: some o seguro, a passagem e os 5.000 AUD de prova de fundos que você precisa conseguir mostrar. O conversor de moedas do app ajuda a trazer tudo isso para reais.

O que é prova de fundos?

É o valor mínimo que você precisa conseguir comprovar para mostrar que aguenta as primeiras semanas sem trabalhar. No caso da Austrália, pelos nossos dados são 5.000 AUD. Um extrato bancário recente no seu nome costuma bastar.

Quanto dinheiro levar para um Working Holiday na Austrália?

O mínimo oficial, pelos nossos dados, são os 5.000 AUD de prova de fundos, mais 840 AUD de taxa do visto e um seguro cobrindo a estadia. Na vida real, calcule com folga: caução e primeiro aluguel, transporte e o suficiente para viver até achar trabalho. Partir com margem acima do mínimo evita aceitar qualquer emprego no desespero.

Quando devo enviar o pedido de visto?

Assim que o plano ficar concreto: a cota para brasileiros é limitada — 500 vagas por ano pelos nossos dados — e o processamento leva de 5 a 11 semanas. Conte também o tempo de reunir seguro, prova de fundos e demais documentos. Antecipando alguns meses, quem escolhe as datas é você, não o calendário.

O que é a cota de um Working Holiday?

É o número de vistos que um país concede por ano para cada nacionalidade. Para brasileiros, pelos nossos dados, a Austrália oferece 500 vagas por ano. Quando a cota fecha, só na temporada seguinte — mais um motivo para aplicar cedo.

Posso pedir o visto já estando na Austrália?

Para o primeiro visto, não: pelos nossos dados, o pedido do Work and Holiday brasileiro precisa ser feito de fora da Austrália. Ou seja, resolva o visto antes de embarcar achando que ajeita tudo por lá. Aprovado o visto, aí sim você compra a passagem tranquilo.

Dá para fazer mais de um Working Holiday na vida?

Dá. Com o passaporte brasileiro, pelos nossos dados a própria Austrália permite um segundo e até um terceiro visto, desde que você cumpra 88 dias de trabalho em setores e regiões específicos durante o visto anterior. E se novos acordos abrirem para o Brasil, dá para emendar outro país — respeitando o limite de idade de cada um no momento de cada pedido.

Working Holiday ou visto de estudante: qual escolher?

O Working Holiday te deixa livre: você trabalha para quem quiser, viaja, muda de cidade sem dar satisfação. O visto de estudante é o caminho se o objetivo for um diploma ou um curso longo — a maioria dos Working Holidays limita os estudos, por exemplo 4 meses no máximo na Austrália pelos nossos dados. Se a ideia é conhecer o país trabalhando, o Working Holiday foi feito para isso.

Precisa de passagem de volta para um Working Holiday?

Muitos destinos pedem passagem de volta ou prova de que você tem dinheiro para comprá-la. Isso pode ser conferido na chegada, então deixe o comprovante à mão. A carteira de documentos do app guarda passagens e comprovantes offline, mesmo sem sinal no aeroporto.

O seguro é obrigatório?

Na maioria dos destinos, sim — geralmente cobrindo toda a estadia, com hospitalização e às vezes repatriação exigidas. Alguns países conferem o certificado na chegada ou no pedido do visto. Confira as exigências exatas do seu destino antes de contratar e guarde o certificado junto com os documentos de viagem.

Dá para ir em casal ou com filhos?

Em casal, sim: cada um faz o próprio pedido, não existe visto conjunto — e nada garante que as duas respostas saiam juntas. Com filhos é outra história: o visto australiano aberto a brasileiros exige, pelos nossos dados, viajar sem dependentes. Verifique a condição exata antes de montar o plano.

Precisa falar inglês para conseguir o visto?

Para a Austrália, sim: pelos nossos dados, o visto exige um nível funcional de inglês — confira nas regras vigentes como comprovar isso antes de aplicar. E na prática o idioma define quais trabalhos você alcança por lá, então começar a estudar antes do embarque muda o jogo.

O que cancelar ou suspender antes de partir?

Faça a ronda dos seus contratos: celular, internet, academia, assinaturas, seguros ligados a casa ou carro, aluguel e aviso prévio, correspondência. Pense também numa procuração se alguém for resolver papelada por você no Brasil. As checklists de partida do app listam essas etapas uma a uma para nada ficar para trás.

No destino

Posso trocar de empregador durante o Working Holiday?

Pode — essa é justamente a graça do visto: ele não está preso a nenhum empregador. Na Austrália, pelos nossos dados, existe um teto de 6 meses com o mesmo empregador; depois disso, é só mudar de trabalho.

Posso estudar durante o Working Holiday?

Dá, mas com limites: pelos nossos dados, no máximo 4 meses de estudos na Austrália. Um curso de inglês de algumas semanas cabe tranquilo; para uma graduação ou um curso longo, o caminho é o visto de estudante.

Posso sair do país e voltar durante o visto?

Em muitos destinos sim, com entradas múltiplas durante a validade do visto — mas as regras variam e alguns vistos são de entrada única. Confira as condições do seu antes de reservar aquela escapada para um país vizinho.

Que burocracias resolver ao chegar?

As clássicas: número fiscal, conta bancária, moradia, chip de celular local. Cada país tem suas particularidades e seus prazos. As checklists de chegada do app detalham essas etapas destino por destino, totalmente offline.

Como abrir uma conta bancária no destino?

Marque cedo: uma conta local costuma ser indispensável para receber salário. Em geral pedem o passaporte com o visto, às vezes comprovante de endereço e número fiscal — as exigências variam de banco para banco. Ter os documentos escaneados na carteira do app evita correr atrás de papel no dia.

E se eu perder o passaporte ou os documentos?

Registre a perda ou o roubo junto às autoridades locais e procure o consulado brasileiro mais próximo para emitir o documento de substituição. Cópias dos documentos aceleram muito o processo. É exatamente para isso que serve a carteira do app: seus scans ficam acessíveis offline, mesmo sem rede.

Vou pagar imposto trabalhando lá?

Sim: trabalhou, é tributado — em geral com desconto direto no salário. Na Austrália, pelos nossos dados, quem tem Working Holiday paga 15% sobre a renda australiana até 45.000 AUD. Guarde cada holerite e os resumos anuais: eles servem para a declaração local e, muitas vezes, para recuperar valores depois que você for embora.

Quanto se ganha num Working Holiday na Austrália?

Depende do setor e da região, mas o piso ajuda a calcular: pelos nossos dados, o salário mínimo australiano é de 24,95 AUD por hora (valor de meados de 2025). Hotelaria, agricultura, colheitas e turismo são os setores que mais contratam quem está de Working Holiday. O conversor do app traduz seu salário em reais na hora.

Dá para estender a estadia além dos 12 meses?

Na Austrália, dá: o visto padrão dura 12 meses e, pelos nossos dados, existe um segundo e até um terceiro ano — cada renovação exige 88 dias de trabalho em setores e regiões específicos durante o visto anterior. No total, a estadia pode chegar a 36 meses. Se a ideia é ficar mais, planeje esses 88 dias desde cedo.

Como achar trabalho por lá?

Adapte o currículo ao formato local, mire nos setores que contratam gente de Working Holiday — hotelaria e restaurantes, agricultura e trabalho sazonal, vendas, turismo — e bata na porta: entregar currículo em mãos ainda funciona muito bem nesses meios. O resto vem da rede: colegas de casa, outros viajantes, ex-chefes. O mapa offline do app ajuda a localizar os lugares úteis ao seu redor.

A volta

Como recuperar impostos depois de voltar?

Entregando a declaração fiscal no país onde você trabalhou — muitas vezes dá para fazer isso já de volta ao Brasil, e é comum ter valores a receber quando se trabalhou só parte do ano. Você vai precisar dos holerites e do resumo anual do empregador. As checklists de retorno do app listam essas etapas país por país.

E a aposentadoria (superannuation) descontada na Austrália?

Na Austrália, o empregador deposita uma contribuição de aposentadoria à parte do salário. Quem vai embora em definitivo pode pedir o resgate desse valor — mas atenção: pelos nossos dados, esse resgate para quem teve Working Holiday é taxado em 65%. Mesmo assim, é dinheiro seu: guarde contratos, holerites e extratos para fazer o pedido.

O Working Holiday conta para imigrar depois?

O Working Holiday não é, por si só, um caminho de imigração — seja realista quanto a isso. Mas a experiência de trabalho local pode pesar em outros vistos, como sistemas de pontos ou vagas patrocinadas por empregador, conforme as regras de cada país. Nada é automático: estude os critérios exatos antes de apostar nisso.

Que burocracias resolver ao voltar para o Brasil?

Reativar o que você suspendeu antes de partir, atualizar seus cadastros, declarar a renda do exterior conforme as regras vigentes e reorganizar plano de saúde, telefone e afins. É a parte que todo mundo subestima. As checklists de retorno do app dividem isso em etapas concretas.

Como valorizar o Working Holiday no currículo?

Apresente como experiência profissional no exterior, não como um ano sabático: cargos, responsabilidades, inglês usado no dia a dia, autonomia. Coloque números onde der — duração, tamanho das equipes, clientes atendidos. Contado em fatos, e não em generalidades, vira um diferencial de verdade.

Dá para fazer outro Working Holiday depois do primeiro?

Com o passaporte brasileiro, pelos nossos dados o caminho hoje é a própria Austrália: segundo e terceiro vistos existem para quem cumpriu os 88 dias de trabalho específico — e o limite de 30 anos continua valendo a cada novo pedido. Acordos novos podem abrir outros países para o Brasil; o PVTKit mostra na hora o que está aberto para o seu passaporte.

Por quanto tempo guardar os documentos depois do Working Holiday?

Anos, sem dó: holerites, documentos fiscais, contratos de trabalho e comprovantes de estadia servem de novo para uma declaração atrasada, o resgate da aposentadoria ou um futuro visto. Escaneados na carteira do app, continuam legíveis offline muito depois da volta.

42 destinos Working Holiday

Todas essas etapas, em ordem e para marcar offline, estão no app — grátis, no seu idioma.

Baixar o app — grátis