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Perguntas frequentes

Tudo o que nos perguntamos antes de partir num Working Holiday, já no destino e na hora de regressar. Respostas diretas, sem jargão — como um amigo que já passou por isso.

Antes de partir

Até que idade posso partir num Working Holiday?

Com passaporte português, o destino aberto nos nossos dados — a Austrália — aceita candidaturas dos 18 aos 30 anos inclusive. Em geral, a idade conta no momento do pedido, não na data do voo. Noutros passaportes há destinos que vão mais longe, mas para ti é o limite dos 30 que interessa. Na app, cada destino mostra a idade exata segundo o teu passaporte.

Que destinos Working Holiday estão abertos aos portugueses em 2026?

Nos nossos dados, neste momento, o passaporte português abre uma porta Working Holiday: a Austrália, através do visto Work and Holiday (subclasse 462) — 12 meses, com possibilidade de prolongar sob condições. Dentro da União Europeia não precisas de visto nenhum: isso é liberdade de circulação, não é Working Holiday. Os acordos entre países evoluem, por isso vale a pena ver na app a elegibilidade exata segundo o teu passaporte — tudo offline.

Quanto custa um visto Working Holiday em 2026?

Para o passaporte português, o visto australiano Work and Holiday custa 840 AUD segundo os nossos dados. Mas o visto é só uma parte do orçamento: soma o seguro, o bilhete de avião e a prova de fundos de 5 000 AUD que tens de conseguir mostrar. O conversor integrado na app ajuda-te a passar tudo isto para euros num segundo.

O que é a prova de fundos?

É o montante mínimo que tens de conseguir mostrar para provar que aguentas as primeiras semanas sem trabalhar. Para a Austrália, segundo os nossos dados, são 5 000 AUD. Em geral, basta um extrato bancário recente em teu nome. Não é dinheiro que fica retido — é teu, só precisas de o ter disponível.

Quanto dinheiro devo levar para um Working Holiday na Austrália?

O mínimo oficial é a prova de fundos de 5 000 AUD, mais 840 AUD de taxa do visto e um seguro para toda a estadia, segundo os nossos dados. Na vida real, conta com mais folga: caução e primeira renda, transportes e uns tempos até encontrar trabalho. A boa notícia: com o salário mínimo australiano em 24,95 AUD à hora nos nossos dados de 2025, o orçamento recompõe-se depressa assim que começas a trabalhar.

Quando devo pedir o visto?

Assim que o projeto ganhar forma. A quota australiana para passaportes portugueses é de 500 lugares por temporada segundo os nossos dados, e o processamento demora entre 5 e 11 semanas. Junta a isso o tempo de reunir seguro, prova de fundos e documentos, e percebes porque é que antecipar vários meses te deixa escolher as datas em vez de sofrer com elas. Detalhe importante: o primeiro visto pede-se fora da Austrália, por isso trata de tudo antes de embarcar.

O que é uma quota de Working Holiday?

É o número de vistos que um país atribui por ano aos candidatos de cada nacionalidade. Para o passaporte português, a Austrália abre 500 lugares por temporada segundo os nossos dados. Quando a quota esgota, resta esperar pela temporada seguinte — mais uma razão para te candidatares cedo em vez de deixar para o fim.

Posso fazer vários Working Holiday na vida?

Depende do passaporte e dos acordos. Com o passaporte português, a Austrália permite um segundo e até um terceiro ano segundo os nossos dados, desde que cumpras períodos de trabalho específico — por exemplo, 88 dias em setores como a agricultura para desbloquear o segundo. A única regra que nunca desaparece: respeitar o limite de idade no momento de cada pedido.

Working Holiday ou visto de estudante: qual escolher?

O Working Holiday deixa-te livre: trabalhas para quem quiseres, viajas, mudas de cidade sem dar satisfações. O visto de estudante impõe-se se o objetivo for um diploma ou estudos longos — no Work and Holiday australiano, os estudos estão limitados a 4 meses segundo os nossos dados. Se o teu plano é descobrir o país a trabalhar, o Working Holiday foi feito exatamente para isso.

Preciso de bilhete de ida e volta?

Muitos destinos pedem ou um bilhete de regresso ou a prova de que tens dinheiro para o comprar — e isso pode ser verificado à chegada, por isso mantém o comprovativo à mão. A carteira de documentos da app guarda bilhetes e comprovativos offline, mesmo sem rede no aeroporto.

O seguro é obrigatório num Working Holiday?

Na maioria dos destinos, sim — muitas vezes para toda a duração da estadia, com hospitalização e por vezes repatriamento exigidos. Há países que verificam o certificado à chegada ou no momento do pedido. Confirma as exigências exatas do teu destino antes de contratar, e guarda o certificado junto dos documentos de viagem.

Posso ir em casal ou com filhos?

Em casal, sim: cada um apresenta o seu próprio pedido, não existe visto conjunto — e nada garante que as duas respostas cheguem ao mesmo tempo. Com filhos é mais complicado: o Work and Holiday australiano exige partir sem pessoas a cargo, segundo os nossos dados. Verifica a condição exata antes de construir o projeto em cima disso.

Preciso de falar inglês para ir para a Austrália?

Para o visto, sim: o Work and Holiday exige inglês funcional segundo os nossos dados — não é preciso ser bilingue, mas tens de te desenrascar. E no dia a dia, o nível de inglês define os trabalhos a que consegues chegar: começar a praticar antes de partir muda tudo, do primeiro emprego às amizades.

Há requisitos de estudos para o visto australiano?

Sim: segundo os nossos dados, o Work and Holiday pede uma qualificação de ensino superior concluída ou, pelo menos, dois anos de licenciatura feitos. É uma condição própria deste visto que apanha muita gente de surpresa, por isso confirma a tua situação antes de pagar a taxa.

O que devo cancelar ou suspender antes de partir?

Faz a ronda dos teus contratos: telemóvel, internet, ginásio, seguros ligados à casa ou ao carro, contrato de arrendamento e pré-aviso, reencaminhamento do correio. Pensa também numa procuração se alguém tiver de tratar de papéis por ti. As checklists de partida da app percorrem estes passos um a um para não te esqueceres de nada.

Já no destino

Posso mudar de empregador durante o Working Holiday?

Podes — é mesmo essa a essência do Working Holiday: o visto não depende de nenhum empregador. Na Austrália há um limite de 6 meses com o mesmo empregador segundo os nossos dados; chegado a esse ponto, mudas simplesmente de trabalho. É uma liberdade rara no mundo dos vistos — aproveita-a.

Posso estudar durante o Working Holiday?

De forma limitada: o Work and Holiday australiano permite no máximo 4 meses de estudos segundo os nossos dados. Um curso de inglês de umas semanas cabe perfeitamente; uma licenciatura, não — para isso existe o visto de estudante. Se o plano for mesmo estudar a sério, escolhe o visto certo desde o início.

Posso sair do país e voltar durante o visto?

Em muitos destinos Working Holiday as entradas múltiplas são permitidas durante a validade do visto, mas há exceções — e as regras mudam. Antes de reservar uma escapadinha a um país vizinho, confirma as condições exatas do teu visto. Valem mais cinco minutos de verificação do que uma surpresa na fronteira.

Que passos devo tratar ao chegar?

Os clássicos: número fiscal local, conta bancária, alojamento, cartão SIM. Na Austrália, o número fiscal é o primeiro da lista — sem ele, receber o salário como deve ser complica-se. As checklists de chegada da app detalham estes passos, pela ordem certa e totalmente offline.

Como abro uma conta bancária no destino?

Marca cedo: uma conta local é quase sempre indispensável para receber o salário. Em geral pedem o passaporte com o visto, por vezes um comprovativo de morada e o número fiscal — as exigências variam de banco para banco. Ter os documentos digitalizados na carteira da app evita andar à caça de um papel no dia da marcação.

E se perder o passaporte ou os documentos?

Participa a perda ou o roubo às autoridades locais e contacta depois o consulado português mais próximo para pedir um documento de substituição. Ter cópias acelera imenso o processo. É exatamente para isso que serve a carteira da app: as tuas digitalizações ficam acessíveis offline, mesmo sem rede.

Pago impostos durante o Working Holiday?

Pagas: assim que trabalhas, és tributado. Na Austrália, os titulares deste visto pagam 15% sobre os rendimentos até 45 000 AUD segundo os nossos dados, normalmente com retenção direta no salário. Guarda todos os recibos de vencimento e os resumos anuais: servem para a declaração no país e, muitas vezes, para recuperar dinheiro depois de saíres.

Posso prolongar o Working Holiday?

Na Austrália, sim — e é das melhores partes do programa. O visto base dura 12 meses, mas segundo os nossos dados podes desbloquear um segundo e até um terceiro ano, até 36 meses no total, cumprindo períodos de trabalho específico — como 88 dias em setores rurais para o segundo ano. Se quiseres ficar mais tempo, planeia esses dias cedo: a meio do visto pode já ser tarde.

Como encontro trabalho num Working Holiday?

Adapta o CV ao formato local, aponta aos setores que contratam quem tem este visto — hotelaria e restauração, agricultura e trabalho sazonal, vendas, turismo — e vai bater à porta: a candidatura espontânea ainda funciona muito bem nestes meios. Com o salário mínimo australiano em 24,95 AUD à hora segundo os nossos dados de 2025, mesmo um trabalho simples ajuda a equilibrar o orçamento. O mapa offline da app ajuda-te a localizar os sítios úteis à tua volta.

O regresso

Como recupero impostos ao voltar do Working Holiday?

Entregando uma declaração fiscal no país onde trabalhaste — muitas vezes dá para fazer depois de saíres, e é frequente haver reembolso quando só trabalhaste parte do ano. Vais precisar dos recibos de vencimento e do resumo anual do empregador. As checklists de regresso da app listam estes passos país a país.

O Working Holiday conta para emigrar depois?

O Working Holiday não é, por si só, uma via de imigração — convém ser lúcido quanto a isso. Mas a experiência de trabalho local pode pesar noutros mecanismos, como vistos por pontos ou patrocínio por um empregador, conforme as regras de cada país. Nada é automático: estuda os critérios exatos do país que te interessa antes de construir um plano em cima disso.

Que passos devo tratar ao voltar a Portugal?

Atualizar a tua situação junto da segurança social e das finanças, declarar os rendimentos ganhos no estrangeiro, reativar o médico de família e tudo o que suspendeste antes de partir. É a parte que toda a gente subestima — o regresso também se prepara. As checklists de regresso da app dividem-na em passos concretos.

As contribuições para a reforma feitas no estrangeiro perdem-se?

Nem sempre. Na Austrália, o empregador desconta para a superannuation — o sistema de reforma local — e, segundo os nossos dados, quem sai em definitivo pode pedir o reembolso desse dinheiro, com uma retenção de 65% para não residentes fiscais. Não é a totalidade, mas é dinheiro teu. O ponto comum a todos estes casos: são precisas provas. Guarda contratos, recibos e extratos, mesmo anos depois.

Como valorizo o Working Holiday no CV?

Apresenta-o como experiência profissional no estrangeiro, não como um ano de férias: funções ocupadas, responsabilidades, inglês praticado todos os dias, autonomia. Quantifica o que puderes — duração, tamanho das equipas, clientes atendidos. Bem contado, em factos e não em generalidades, é um verdadeiro fator de diferenciação — e o inglês que trazes na bagagem também.

Posso voltar a partir depois de um primeiro Working Holiday?

Podes — e com o passaporte português o caminho mais direto é a própria Austrália: segundo os nossos dados, um segundo e um terceiro ano são possíveis se cumprires os períodos de trabalho específico exigidos. Os acordos entre países evoluem, por isso vê na app o que está aberto ao teu passaporte quando chegar a hora. O limite de idade continua a aplicar-se a cada novo pedido.

Durante quanto tempo guardo os documentos depois do Working Holiday?

Vários anos, sem hesitar: recibos de vencimento, documentos fiscais, contratos de trabalho e provas de estadia voltam a ser úteis para uma declaração tardia, um pedido de reembolso da reforma ou um futuro visto. Digitalizados na carteira da app, continuam legíveis offline muito depois do regresso.

42 destinos Working Holiday

Todos estes passos, pela ordem certa e para assinalar offline, estão na app — gratuita, na tua língua.

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